quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Era dos Descartáveis:o que fazer com tanto lixo?

A verdade sobre o lixo é simples e definitiva: o ser humano parece desconhecer o desastre ecológico que começa na porta de sua casa.
A Terra tem hoje 6 bilhões de habitantes, e a população vai aumentando geometricamente. Porém a produção de lixo aumenta muito mais, num processo que começou a partir da Revolução Industrial, no século XVIII.
O novo milênio chega com novos produtos no mercado, o consumidor busca comodidade e as indústrias buscam maior lucro. Aí começa a sofisticação das embalagens. Cresce o uso de produtos movidos a bateria e pilhas. Computadores e aparelhos domésticos a cada ano vão ficando obsoletos, e as propagandas induzem às novidades e ao consumismo. O resultado é um só: o descarte aumenta, depósitos de sucatas e lixões vão virando uma triste realidade nas cidades, com sérios prejuízos à saúde e ao ambiente.
A gravidade do problema vai além do lixo doméstico, pois ainda há o lixo industrial, nuclear, comercial, hospitalar, tratamento de esgoto e até o lixo espacial! O fato é que lixo, saúde e meio ambiente andam juntos. Daí a importância de se incentivar a coleta seletiva e a reciclagem, o que vai representar economia de matéria-prima e de energia fornecida pela natureza.
O ser humano vai ter de mudar sobretudo o conceito de lixo, que deve ser entendido de outra forma: o descarte de material que pode ser útil e reaproveitado, de alguma forma, pelo próprio ser humano. Como administrar o lixo é um grande desafio.


Esse texto visa introduzir os leitores no assunto abordado pelo blog e também informar sobre como está a nossa sociedade atualmente, como as coisas estão andando. Até o próximo post!

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

3 comentários:

  1. É verdade, e basta olharmos na nossa própria casa para percebermos esta realidade estamos sempre comprando algo novo e descartando o velho esteja funcionando ou não, simplesmente para não ficarmos "desatualizados". Esquecemos que nosso refugo não some em um passe de mágica, está na hora de pensarmos que ele deve ir para algum "lugar". Mas a questão é bem mais complexa pois o "consumismo" tambem é o combustível que move a economia, e mesmo a reciclagem tem seus limites. Sinceramente... a longo prazo não consigo ver uma solução que possa unir ecologia e rentabilidade (que tal abordar este assunto num futuro post?).

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  2. na minha opinião a era dos descartáveis é a partir do momento em q começou a se utilizar produtos descartaveis e não reutilizá-los...e que hj em dia tem pessoas que estao fazendo projeto para reutilizá-los...e se tem que comprá-los em menor quantidade!!

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  3. O que falta a sociedade... pensar e evoluir através de uma postura de consumo consciente.
    Mas como harmonizar o mercado, a produção e o meio ambiente? Como equilibrar produção e redução de resíduos? Como gerar empregos, garantir os existentes e promover a modernização? Ficamos escravos do consumismo quando aprendermos a produzir em série... e no afã de evoluir, produzimos a Revolução Industrial... e o consumo para recuperação de nações arrasadas pelas guerras, inventamos o plastico, o isopor, o conservante, o anabolizante, o agrotoxico... Criamos um mundo e nao sabemos gerí-lo...atolamos progressivamente em meio aos nossos resíduos. Mas quem sabe um dia acordemos inspirados e comecemos a pensar num novo mundo criado a partir dos residuos deixados de um velho mundo? A esperança e sempre a ultima que morre e nao podemos negar... o homem não sabe viver com o preservado, mas sabe muito bem reconstruir-se dos amontoados. A história da Fênix é bem sugestiva. Precisamos aprender que muita coisa ainda precisa ser feita para que se possa pensar em verdadeiras mudanças em relação aos resíduos, e a primeira delas e fazer com todos os cidadãos pensem na preservação e na sobrevivencia das gerações futuras. Sandra Maron - Ilhéus-Ba.

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