"Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja."
Chico Xavier
"O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor." Madre Teresa de Calcutá
Postado por Priscilla Brosler
"O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor." Madre Teresa de Calcutá
Postado por Priscilla Brosler
Ontem, no dia 09/09/09, o projeto em prol do meio ambiente teve continuidade na aula de Biologia.
Sendo o blog Pense Verde uma iniciativa do projeto, realizado no Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá, a aula de Biologia foi voltada a temas relacionados, onde foram lidos textos conscientizadores e, por fim, foi criada uma música pelos alunos Walace Martins, Matheus Monteiro, Lucas Nascimento, Vitor Collus e Vinícius Mota, sendo esta intitulada "A água da minha vida", e que segue no vídeo:
Link: http://www.youtube.com/watch?v=9aosYS8ra2c
Posteriormente, será postada a letra da música.
Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

Link da notícia: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,ERT83308-16802,00.html
Créditos do produto (site oficial da loja online): http://www.bedolwhatsnext.com/clocks-waterpowered-clock-c-89_199.html
É com esse tipo de notícia que dá para notar o quanto as empresas estão empregando tecnologias renováveis em prol do meio ambiente, introduzindo no mercado utensílios com um design diferente e com fontes de energia criativas, como nesse caso, a limonada. Só com essa invenção poupa-se inúmeras pilhas, que poderiam ser jogadas em lugares indevidos, mas ainda vem a questão do uso de água, entretanto, isso foi reduzido ao mínimo sendo apenas um copo que durará de 6 a 8 semanas. É inegável que esse produto deveria ir pra frente, não só por sua criatividade, mas por carregar consigo uma causa maior.
Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves
Link: http://www.youtube.com/watch?v=1JR8CjAYxmc
Créditos: WWF
Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves
Quando um investidor ou gestor seleciona determinada empresa para a carteira de ações pensa, em primeiro lugar, no potencial de retorno. Nos últimos anos, contudo, uma nova percepção, de que a rentabilidade não pode estar dissociada de responsabilidade social, vem ganhando força, especialmente entre investidores institucionais, como fundos de pensão. No relacionamento com os acionistas, um número crescente de companhias, inclusive no Brasil, passou a desenvolver e prestar informações sobre iniciativas comunitárias, culturais ou ambientais.
Nos Estados Unidos, os fundos de responsabilidade social possuíam US$ 2,7 trilhões em patrimônio líquido em 2007 (último dado disponível), o equivalente a 10,8% da indústria de fundos norte-americana naquele ano, que totalizava US$ 25 trilhões. “Mesmo nos Estados Unidos, a maior parte dos recursos direcionados a fundos de responsabilidade social ainda provém de fundos de pensão, investidores institucionais, fundações e grandes investidores individuais”, diz o superintendente de renda variável da Itaú Unibanco Asset Management, Walter Mendes, que observa que a mesma tendência deve ser seguida pelo Brasil nos próximos anos. “Alguns fundos de pensão daqui, como a Previ, começam a dar atenção a isso.”
Segundo Mendes, existem apenas oito fundos sustentáveis no País (do Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Safra, HSBC e Real). O patrimônio líquido deles, somado, é ínfimo mesmo quando comparado ao dos fundos de ações: os sustentáveis correspondem a 0,6% do patrimônio líquido total dos fundos de ações que, por sua vez, equivalem a 11% da indústria de fundos no Brasil. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) tem sido superado pelos principais índices da Bolsa de São Paulo, o Ibovespa e o IBrX. Em 2009 até o final de julho, apresentou valorização de 29,87%, comparada a 45,85% do Ibovespa e de 39,47% do IBrX no mesmo período.
Na atual carteira teórica do ISE, as maiores participações relativas são das ações preferenciais do Bradesco (17,99%) e do Itaú (17,81%). As preferenciais da Cemig (4,95%), as ordinárias da Gerdau (4,45%) e as preferenciais da Telemar (4,14%) também são papéis de destaque no índice, que conta, ao todo, com 38 ações, 13 das quais relacionadas ao setor elétrico – um segmento considerado defensivo pelos investidores.
“Vai levar um bom tempo para que os fundos éticos e verdes ganhem algum destaque no mercado. Aqui, o investidor precisa fazer uma lição de casa anterior”, avalia o gestor de carteiras da Verax Serviços Financeiros, Pedro Lérias. “Embora muitos avanços tenham ocorrido nos últimos cinco anos, o investidor brasileiro ainda está fazendo a transição entre renda fixa e variável. Quando essa fase tiver sido concluída, aí sim começará a usar critérios mais diferenciados do que os atuais para definir o perfil de gestão e a natureza dos ativos.”
Créditos: aeinvestimentos.limao.com.br
Postado por Priscilla Oliveira Brosler