sábado, 26 de setembro de 2009

Frases



"Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja."

Chico Xavier

"O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor." Madre Teresa de Calcutá

Postado por Priscilla Brosler

Dicas de Sites


Sites sobre ecologia, definição, poluição, preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável, reciclagem, espécies em extinção, a ação do homem na natureza, desmatamento, ecossistemas e muito mais.

[Clique em cima do nome do site para acessá-lo]

Ecologia - Todabiologia - diversos textos sobre assuntos relacionados à ecologia. Saiba mais sobre qualidade do ar, tipos de poluição, avanços tecnológicos, meio-ambiente, seres vivos, ecossistemas, desenvolvimento sustentável, reciclagem do lixo, proteção de espécies, efeito estufa, clima e muito mais. Textos didáticos e com ilustrações.

Meio Ambiente - Canal Kids - site voltado para crianças com uma linguagem didática e interessante. Aborda diversos temas ecológicos tais como: reciclagem, energia, preservação do meio ambiente, planeta Terra entre outros. Com ilustrações e animações divertidas, vai despertar a consciência ecológica nas crianças.

Ministério do Meio Ambiente - portal do governo brasileiro sobre as ações sobre o meio ambiente. Rico em dados estatísticos, informações úteis, educação ambiental, recursos naturais, extrativismo, desenvolvimento sustentável, biodiversidade, florestas, etc. Destaque para Biblioteca Virtual que apresenta rico material sobre ecologia e meio ambiente.

Ecologia Info - site rico em artigos sobre temas relacionados à ecologia. São artigos de especialistas na área, ilustrados com lindas fotos da natureza. Os principais temas abordados nos artigos científicos são: ecossistemas, biodiversidade, ecologia regional e animais.

Ecologia - Plenarinho - site desenvolvido pela Câmara dos Deputados que visa ensinar de uma forma interessante a importância da ecologia. Voltado para o público infantil, aborda temas como, por exemplo, definição de ecologia, importância da preservação do meio ambiente, ecossistemas, natureza, dicas para ajudar na preservação, etc.

Postado por Priscilla Brosler

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Enquanto houver sol



Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós, algo de uma criança
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós, aonde Deus colocou
Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol

Postado por Tamires Toledo e Rafael Teixeira

Arriscar-se

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.
Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...
Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...

"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida..."


Soren Kiekegaard


O que pensamos sobre a sociedade, sobre o modo de vida que escolhemos, sobre o modo como nos relacionamos uns com os outros e com o meio? Quais são os nossos valores? O que, de fato, valorizamos? Quais são os nossos sonhos, angústias e medos?

Tais questionamentos deram continuidade ao projeto sobre o meio ambiente, que não só leva em conta a natureza em si. Aliás, natureza e comportamento estão diretamente ligados, sendo que ninguém tomará uma atitude se não tiver um comportamento consciente e um modo de pensar crítico e determinado.
Hoje em dia, as pessoas andam de acordo com a sociedade, ela impõe um estereótipo, e a maioria acaba por segui-lo. Esse tipo de atitude acaba fazendo com que a maioria ache desperdício de tempo investir em algo tão "sem esperança" como o meio ambiente. Mas temos que arriscar e tentar. A vida é cheia de riscos e cabe a nós tomarmos uma atitude para fazer um bem maior, um bem que ultrapassará gerações e terá como consequência não só o nosso próprio bem estar, mas dos futuros habitantes do nosso planeta, da nossa casa.

Postado por Sabrina Luana
da Silva Gonçalves e Raíssa

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Planeta pede por mudança

É comum nos dias de hoje ler notícias sobre meio ambiente, ver a televisão anunciando catástrofes naturais, derivadas do estado crítico que o planeta se encontra, ver jornais com a página principal enfatizando problemas ambientas, filmes, livros, clipes musicais e todos os meios de comunicação disponíveis revelando claramente que a natureza já não é mais a mesma.
Já não se pode alegar que não se toma uma atitude porque se desconhece a situação do planeta, pelo contrário, informação é o que não falta. Mas é isso que deixa os ambientalistas e pessoas do mundo todo, que querem tomar uma atitude, perturbados.
Se todos sabem o que se deve fazer, então por que não dão uma ajuda sequer?! A resposta é simples: comodismo.
Um motivo tão simplório tem destruído o planeta. O comodismo faz com que as pessoas joguem lixo na rua, não separem materiais descartáveis e tudo sendo justificado por uma simples frase “é SÓ um papel de bala” ou “sou SÓ eu que faço o certo” e é SÓ esse pensamento egoísta que está levando o planeta à decadência. Portanto, é necessário primeiro educar as mentes das pessoas. Não se pode mudar o mundo todo, mas cada um pode mudar o seu mundo, que consiste de várias pessoas que também mudarão o seu próprio mundo. Não adianta ficar de braços cruzados pensando com pessimismo. Cada um tomando uma atitude no seu próprio dia-a-dia trará grandes resultados. O mundo depende disso.

Escrito por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Água da Minha Vida

Ontem, no dia 09/09/09, o projeto em prol do meio ambiente teve continuidade na aula de Biologia.

Sendo o blog Pense Verde uma iniciativa do projeto, realizado no Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá, a aula de Biologia foi voltada a temas relacionados, onde foram lidos textos conscientizadores e, por fim, foi criada uma música pelos alunos Walace Martins, Matheus Monteiro, Lucas Nascimento, Vitor Collus e Vinícius Mota, sendo esta intitulada "A água da minha vida", e que segue no vídeo:




Link: http://www.youtube.com/watch?v=9aosYS8ra2c

Posteriormente, será postada a letra da música.

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

MOVIDO A LIMONADA





Este relógio ecológico da marca norte-americana Bedol dispensa as baterias eletrônicas e utiliza água, com algumas gotinhas de suco de limão, como fonte de energia. Com o reservatório cheio, a energia dura de 6 a 8 semanas. A peça é vendida por US$ 16 nos Estados Unidos



Link da notícia: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,ERT83308-16802,00.html

Créditos do produto (site oficial da loja online): http://www.bedolwhatsnext.com/clocks-waterpowered-clock-c-89_199.html

É com esse tipo de notícia que dá para notar o quanto as empresas estão empregando tecnologias renováveis em prol do meio ambiente, introduzindo no mercado utensílios com um design diferente e com fontes de energia criativas, como nesse caso, a limonada. Só com essa invenção poupa-se inúmeras pilhas, que poderiam ser jogadas em lugares indevidos, mas ainda vem a questão do uso de água, entretanto, isso foi reduzido ao mínimo sendo apenas um copo que durará de 6 a 8 semanas. É inegável que esse produto deveria ir pra frente, não só por sua criatividade, mas por carregar consigo uma causa maior.

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

Uma hora vai voltar pra você

Mais um vídeo da WWF que chama a atenção das pessoas de forma clara e criativa, incentivando a todos o desenvolvimento de um pensamento ecológico, pois "uma hora vai voltar pra você", ou seja, as atitudes de hoje terão conseqüência no amanhã, não só para a própria pessoa, mas também para todos do planeta, portanto pense no que vai fazer, "pense verde".

Link: http://www.youtube.com/watch?v=1JR8CjAYxmc

Créditos: WWF

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

sábado, 5 de setembro de 2009

Energia na pista de dança

"A cada passo que damos, produzimos energia, que deixamos para trás. E se pudéssemos capturar essa energia e usá-la como uma fonte limpa de eletricidade?” Esse foi o lema da Sustainable Dance Club – uma empresa que desenvolve sistemas mais sustentáveis para “baladas verdes” – para criar o Sustainable Dance Floor.
É uma pista de dança, com molas e microchips na parte de baixo, que capta a energia produzida por nossos movimentos de dança e a envia para um gerador, que armazena eletricidade.Por enquanto, essa energia é utilizada, apenas, para acender as lâmpadas LED da pista de dança. Segundo a empresa criadora, uma pessoa pode produzir, por noite, entre 2 e 20 Watts de energia e, dependendo da intensidade dos movimentos de cada um, a pista acende com cores diferentes.Mas a ideia foi tão bem aceita entre pesquisadores que, na Universidade de Delft, na Holanda, especialistas estudam um jeito de aperfeiçoar a técnica para poder usá-la como fonte de energia elétrica para toda a estrutura das baladas. Já pensou se a moda pega? Será que seremos capazes de produzir eletricidade necessária para iluminar ginásios, ruas e outros lugares com grandes concentrações de pessoas?


Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

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E-mail para contato: ctig.2d@gmail.com

Estamos abertos a comentários, opiniões, pedidos, dicas etc.

Obrigada!

Postado por Priscilla Oliveira Brosler

Fundos verdes precisam amadurecer

Texto escrito por Luís Eduardo Leal, publicado no site aeinvestimentos.limao.com.br em 19 de agosto de 2009.

O patrimônio dos sustentáveis corresponde a apenas 0,6% do total investido em fundos de ações no Brasil



Quando um investidor ou gestor seleciona determinada empresa para a carteira de ações pensa, em primeiro lugar, no potencial de retorno. Nos últimos anos, contudo, uma nova percepção, de que a rentabilidade não pode estar dissociada de responsabilidade social, vem ganhando força, especialmente entre investidores institucionais, como fundos de pensão. No relacionamento com os acionistas, um número crescente de companhias, inclusive no Brasil, passou a desenvolver e prestar informações sobre iniciativas comunitárias, culturais ou ambientais.

Reproduzindo uma tendência já vigorosa nos Estados Unidos e na Europa, os gestores constituíram fundos, abertos também a pequenos investidores, que reúnem ações de empresas alinhadas com boas práticas de governança corporativa, inserção social e respeito ao meio ambiente - os chamados fundos éticos ou verdes, conhecidos em conjunto como fundos de responsabilidade social, que ainda engatinham no Brasil.

“Nos anos 70, Milton Friedman (ícone dos economistas neoliberais) dizia que a empresa que desenvolvesse ações ambientais além do que previa a legislação estaria praticando uma espécie de ‘socialismo’, contrário ao interesse dos acionistas”, observou o professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, Ricardo Abramovay, em recente evento sobre fundos sustentáveis. “Crescer e distribuir renda é algo já percebido como possível. O desafio agora é compatibilizar esse processo com a preservação do meio ambiente, da biodiversidade. O meio ambiente sempre foi tratado como externalidade à atividade econômica”, acrescenta o professor, especialista em questões socioambientais.

Nos Estados Unidos, os fundos de responsabilidade social possuíam US$ 2,7 trilhões em patrimônio líquido em 2007 (último dado disponível), o equivalente a 10,8% da indústria de fundos norte-americana naquele ano, que totalizava US$ 25 trilhões. “Mesmo nos Estados Unidos, a maior parte dos recursos direcionados a fundos de responsabilidade social ainda provém de fundos de pensão, investidores institucionais, fundações e grandes investidores individuais”, diz o superintendente de renda variável da Itaú Unibanco Asset Management, Walter Mendes, que observa que a mesma tendência deve ser seguida pelo Brasil nos próximos anos. “Alguns fundos de pensão daqui, como a Previ, começam a dar atenção a isso.”

Mendes acrescenta que os fundos de responsabilidade social têm apresentado rentabilidade superior à média do mercado norte-americano. “Este não deve ser o primeiro critério de avaliação, mas o fato é que, nos Estados Unidos, o retorno tem sido muito bom, superior ao do S&P 500 [índice de referência do mercado acionário norte-americano]”, diz. “Tanto na crise como na recuperação do mercado, o Calvert Social Index (índice seguido pelos grandes gestores de fundos socialmente responsáveis) tem se comportado melhor do que o S&P 500.”

Nos Estados Unidos, quem investe nesses fundos não apenas pratica uma “boa ação”. Na verdade, está comprando também “boas ações”, como as de empresas envolvidas no desenvolvimento de tecnologias alternativas de energia que, em algum momento, significarão remuneração ao investimento dos que apoiaram a sua evolução. Mendes reconhece que esse fator pode limitar o potencial de crescimento do nicho no Brasil – as carteiras daqui estão mais associadas a princípios de governança corporativa e ao manejo dos efeitos colaterais da atividade empresarial do que propriamente à atividade-fim das companhias.


Confira os fundos disponíveis


“No Brasil, há ainda um número limitado de empresas elegíveis para as carteiras sustentáveis. Mas isso deve mudar com o tempo, especialmente com a chegada de novas empresas, por meio de IPOs (ofertas iniciais de ações, na sigla em inglês)”, diz o executivo, que destaca a Natura como empresa brasileira que conjuga responsabilidade social e ambiental com rentabilidade para o investidor.

Na gestão feita pelo Itaú Unibanco, qualquer inclusão ou exclusão de papéis da carteira sustentável precisa ser submetida, previamente, a um conselho consultivo formado por especialistas em questões socioambientais. E apenas as companhias do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bolsa de Valores de São Paulo, são elegíveis. “Não há possibilidade de incluir ações de fora do índice para melhorar a rentabilidade”, afirma.



Segundo Mendes, existem apenas oito fundos sustentáveis no País (do Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Safra, HSBC e Real). O patrimônio líquido deles, somado, é ínfimo mesmo quando comparado ao dos fundos de ações: os sustentáveis correspondem a 0,6% do patrimônio líquido total dos fundos de ações que, por sua vez, equivalem a 11% da indústria de fundos no Brasil. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) tem sido superado pelos principais índices da Bolsa de São Paulo, o Ibovespa e o IBrX. Em 2009 até o final de julho, apresentou valorização de 29,87%, comparada a 45,85% do Ibovespa e de 39,47% do IBrX no mesmo período.

Na atual carteira teórica do ISE, as maiores participações relativas são das ações preferenciais do Bradesco (17,99%) e do Itaú (17,81%). As preferenciais da Cemig (4,95%), as ordinárias da Gerdau (4,45%) e as preferenciais da Telemar (4,14%) também são papéis de destaque no índice, que conta, ao todo, com 38 ações, 13 das quais relacionadas ao setor elétrico – um segmento considerado defensivo pelos investidores.

“Vai levar um bom tempo para que os fundos éticos e verdes ganhem algum destaque no mercado. Aqui, o investidor precisa fazer uma lição de casa anterior”, avalia o gestor de carteiras da Verax Serviços Financeiros, Pedro Lérias. “Embora muitos avanços tenham ocorrido nos últimos cinco anos, o investidor brasileiro ainda está fazendo a transição entre renda fixa e variável. Quando essa fase tiver sido concluída, aí sim começará a usar critérios mais diferenciados do que os atuais para definir o perfil de gestão e a natureza dos ativos.”

Créditos: aeinvestimentos.limao.com.br

Postado por Priscilla Oliveira Brosler

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

WWF - Mundo

Já que estamos falando de meio ambiente, problemas ecológicos, nada melhor do que ver algo concreto sobre isso. Esse vídeo da WWF mostra de forma clara o que pode acontecer se a população em geral continuar agindo da mesma forma, sem pensar nas conseqüências que cada atitude trará.



Link: http://www.youtube.com/watch?v=Z9N1FX0Bmn4

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

A Era dos Descartáveis:o que fazer com tanto lixo?

A verdade sobre o lixo é simples e definitiva: o ser humano parece desconhecer o desastre ecológico que começa na porta de sua casa.
A Terra tem hoje 6 bilhões de habitantes, e a população vai aumentando geometricamente. Porém a produção de lixo aumenta muito mais, num processo que começou a partir da Revolução Industrial, no século XVIII.
O novo milênio chega com novos produtos no mercado, o consumidor busca comodidade e as indústrias buscam maior lucro. Aí começa a sofisticação das embalagens. Cresce o uso de produtos movidos a bateria e pilhas. Computadores e aparelhos domésticos a cada ano vão ficando obsoletos, e as propagandas induzem às novidades e ao consumismo. O resultado é um só: o descarte aumenta, depósitos de sucatas e lixões vão virando uma triste realidade nas cidades, com sérios prejuízos à saúde e ao ambiente.
A gravidade do problema vai além do lixo doméstico, pois ainda há o lixo industrial, nuclear, comercial, hospitalar, tratamento de esgoto e até o lixo espacial! O fato é que lixo, saúde e meio ambiente andam juntos. Daí a importância de se incentivar a coleta seletiva e a reciclagem, o que vai representar economia de matéria-prima e de energia fornecida pela natureza.
O ser humano vai ter de mudar sobretudo o conceito de lixo, que deve ser entendido de outra forma: o descarte de material que pode ser útil e reaproveitado, de alguma forma, pelo próprio ser humano. Como administrar o lixo é um grande desafio.


Esse texto visa introduzir os leitores no assunto abordado pelo blog e também informar sobre como está a nossa sociedade atualmente, como as coisas estão andando. Até o próximo post!

Postado por Sabrina Luana da Silva Gonçalves

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Bem Vindos ao "Pense Verde"

Olá leitores do blog Pense Verde!

Este blog foi criado com o objetivo de mostrar notícias sobre o meio ambiente, para que através disso, mais pessoas possam fazer cada vez mais para que o planeta em que vivemos conserve sua beleza para as futuras gerações, mas mais do que isso, o blog visa desenvolver o pensamento consciente das pessoas, pois ouvir notícias sobre o meio ambiente, sobre como sua situação piora a cada ato inconseqüente nosso, isso a maioria das pessoas já sabe. Nosso objetivo é despertar a vontade de ajudar, até porque não custa nada fazer algo, nem que seja só um pouquinho.

Espero que gostem do blog!

Escrito por Sabrina Luana da Silva Gonçalves